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Rafael, não quero ser indelicado, nem tentar enganar-me pensando que nunca fui jovem, não tive meus
ufanismos e idolatrias. Sim, fui e continuo sendo fã de quem admiro. A medida em que se toma essa
admiração é que é preocupante. A jovem, com certeza, pagará caro pelo prazer obtido, mas creio que a
internet esteja com a intensão invertida. Ao invés de ajudar, atrapalha, e tem sempre bons cabeças
de bagre a utilizá-la para prejudicar e atrapalhar a vida das pessoas.



Infelizmente, ela é a bola da vez, e outras chegarão tão rápido quanto a citada, e sofrerão os
efeitos desse ligeiro estrelato. Estamos vazios de ídolos e algo real para lutar, ou não enxergamos
que temos tantos motivos para lutar, e nos escondemos atrás de nossos ídolos.



Belo texto.



Abração,



Marcos Claudino