Chamo-me Luiz Maia. Nasci em 20 de agosto de 1947, no bairro da Boa Vista, no Recife-PE. Após uma infância e adolescência normais,
tornei-me paraplégico aos 26 anos de idade, em virtude de um acidente com arma de fogo.
Em 1999, comecei, sem grandes pretensões e como forma de terapia, escrever sobre minha vida. O resultado foi o lançamento do livro "Veredas de uma Vida". No ano seguinte, iniciei uma série de crônicas que se transformou no livro "Sem Limites Para Amar". Em 2004 lançei o livro 'Cânticos' (Editora Baçaço, Recife/PE), em parceria com a minha mulher, Ana Emília.
A experiência de escrever e publicar três livros reforçou em mim o gosto
pela literatura. Reconheço que foi a partir da realidade de estar limitado a uma cadeira de rodas que surgiu em mim o desejo de escrever minhas
experiências, meu entendimento de vida e de mundo.
A minha intenção é participar através de crônicas que possam me identificar com uma realidade vivida por mim - ou não, em tempos alternados, para chegar facilmente aos olhos daquele que costuma ler com o coração.
São velhas experiências que adquirem significativa dosagem emocional,
certamente pouco comum ao cotidiano das pessoas. Não é meu desejo levar uma mensagem apenas descritiva. Melhor será inserir no imaginário coletivo a formatação
de suas associações de idéias, onde todos possam projetar-se.
Para isso evoco textos permeados de emoção e puro lirismo. Haverá espaço
para narrar casos que podem lembrar muito bem uma oração ou mesmo um
desencanto ou uma alegria em forma de poesia ou uma crônica. Para mim, o sentido mais plausível da existência está nos pequenos momentos, nas menores alegrias, no prazer de desfrutar a felicidade na mais completa afirmação da rotina diária.
Algo que nos remeta à mais profunda alegria de ser.
Cinema
Recomendo - Cinema 1::
Sem destino
Cinema 2:
Perdidos na Noite
Cinema 3:
Diários de Motocicleta
Literatura
Literatura 1:
Confesso que Vivi, de Pablo Neruda
Literatura 2:
Estorvo, de Chico Buarque de Holanda
Música
Musica 1:
Coletâneas da MPB/Bossa Nova - Luiz Vieira, Chico Buarque, Taiguara e Caetano Veloso.
Gentileza prestada pelo digníssimo
Alvesto, do blógue Abstracto Concreto ao Simplicíssimo.
"Riscador" de mão-cheia, criou esta obra de arte que pode ser vista em
tamanho maior no blógue do amigo.
Selo comemorativo alusivo ao
centenário de Salvador Dali (em 2004), gentilmente criado pelo César
Schirmer, do Animot, baseado na célebre pintura
surrealista-simbolista "The Burning Giraffe", 1937 (serve como um
minibanner do Simplicíssimo! É só pegar!)
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