Conheça alguns de nossos autores:
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| | Carlos Robson Mendonça da Silva |
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Quem Está Online
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Editorial
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Escrito por
Eduardo Hostyn Sabbi
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Tem dessas coisas que a gente se acha original ... e não é. Pois tive a idéia de, terminadas as eleições, parodiar o poeta. E quando fui pesquisar o original, encontrei já uma versão bem sacada num concurso de redação de cidadania fiscal. "E agora, Eduardo?" Pensei. E não voltei atrás, já que "tudo vale a pena se a alma" blá blá blá. Então, aqui está:
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Prima Lettera
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Escrito por
Terezinha Pasqualotto
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Eu venho de uma terra em que a gente conhecia as pessoas pelo nome e sobrenome. Sabia-se quem era pai de quem e onde moravam. Os programas eram os mesmos para a cidade inteira...
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Balaio de Letras
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Escrito por
Cláudio B. Carlos (CC)
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NA EXISTÊNCIA DE DEUS?
Acredito!
Ele me lambe todas as manhãs
com a língua do meu cachorro...
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Sem Contos Longos
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Escrito por
Wilson Gorj
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Tendo dobrado a esquina, o caixeiro-viajante topou com uma mulher, cuja reação não pode compreender. Ora, ela simplesmente saiu correndo, cheia de espanto.
Verdade que não era bonito. Mas, por mais feio que fosse...
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O Curinga
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Escrito por
Afonso José Santana
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“Essa novela vai dar o que falar!” – informa a emissora. No dia (a emissora não informou a data) a novela (a emissora só tem um nome provisório por enquanto) estreará com muitas pompas a se ver a alegria dos produtores pelos cantos nos bastidores...
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Poesia a Toda Prosa
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Escrito por
Frank Santos
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Arrancava com certa força aquele frágil lírio do campo vermelho, observa-o como se estivesse medindo sua beleza. Seria digno a transformar-se em um presente para sua amada? Era uma pergunta que Oscar se fazia em sua mente antes de anunciar ao seu amor:
— Vejo neste lindo lírio, teu sorriso, tua graça, tua vida e teu destino.
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À Palo Seco
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Escrito por
Lilly Falcão
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Açucena chegou do rio de repente, mancabúzia e ensimesmada, como quem vem de um enterro. Período de lenta e de difícil falação aquele. Guardava já alguns dias, considerante e calada. Do quarto entrava e saía, sem gosto de mais nada.
A culpa era toda de Quirino e sua ausência de reparo. Tanto que ela gostava-se dele. Ele, nem-nem. Fazia praça nas vizinhanças e conhecia o mundo inteiro todo, só no falatório.
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Gaijin
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Escrito por
Edweine Loureiro
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Por que este constante desejo de suicídio? Este fantasma que me assombra noite e dia?... Este demônio que atormenta meu espírito, clamando pelo fim...
Aí, de repente, o desejo de escrever... de pôr este tormento no papel... de registrar essa dor, transmiti-la para outros...
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Ninho de Cobras
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Escrito por
João Batista Santos
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Que seja minha musa essa mulher
Que sonho sempre linda e prestimosa
Que de dia me xinga e à noite goza
Essa mulher que qualquer homem quer.
Que seja pro que der e o que vier
Que seja recatada e escandalosa
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Detalhes que fazem diferença
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Escrito por
Edson Rufo
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Gorjeio
Em silêncio caminho
Gorjeio no ouvido
Sigo sem olhar
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Simples Palavras
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Escrito por
Cibelly Correia
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Temos todos os dias à necessidade de nos comunicar com alguém.
A quem diga: - Não preciso de ninguém para nada! Frase enganosa.
Temos a necessidade do outro, isso é que nos traz mais um ponto de luz em nossa vida... É como o...
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Suburbanas
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Escrito por
Marcos Claudino
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Capítulo IV – Das peculiaridades ao início da viagem...
Chegou em casa e a esposa não estava. Tomou uma ducha de ar quente (finalmente), jantou e sentou-se para ver TV. O noticiário, como sempre, não mostrava nenhuma notícia alarmante. Tana chegou e foi direto pro banho. Quando saiu, Max já estava deitado, tentando ler um livro virtual, não conseguindo prender muito a atenção.
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Contos Missioneiros
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Escrito por
Mauro Rodrigues
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Entrei na sala, como fazia há 15 anos. Não senti nenhuma novidade no ar. Os mesmos rostos famintos por conhecimento ou fadigados, pela informação obsoleta que julgariam receber, me aguardavam em meio a intrépidas gargalhadas.
Aos poucos foram baixando os tons de voz, plugando seus computadores pessoais à rede e revisando suas apresentações sobre a última aula.
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Labirintos
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Escrito por
Betina Mariante
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O mar, turbulento. Noite fechada. Um único barco desafia o horizonte, risco indeciso na mistura entre tempestade e maré alta. Ondas descompassadas. Não há mapas ou bússolas. Não há norte. As madeiras seguem na imensidão, numa incessante luta com as águas revoltosas. Céu negro, sem limite com o fim do mar. Escuro agitado, uma cegueira inquieta. Turbulência turva.
Resta esperar a chegada da manhã.
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Fábulas da Marmota
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Escrito por
Luiz Eduardo Ulrich
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E eis que os bons ventos me sorriram: encontrei a mais feliz das leituras dos concertos para piano do bom Beethoven. Especialmente quanto ao Quarto Concerto, que já é em Sol Maior, parece que Leonard Bernstein na regência e Krystian Zimerman ao piano iluminam ainda mais a partitura, além do que meus ouvidos jamais perceberam em outras interpretações. A minha opinião é pessoal e parcialíssima.
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