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Dimensão de uma desculpa PDF Imprimir E-mail
Parafernália de passagem
Escrito por Eduardo H. Sabbi e Ibbas Filho   
terça, 25 de dezembro de 2007
Navegando por aí atrás de uma música para baixar, encontrei um comentário a um artigo que me despertou muita atenção e preocupação com um comportamento cibernético corrente. Não creio que consiga resumir tudo neste texto, mas tentarei ser bem objetivo. O autor do comentário se chama Marcelo e foi assim escrito:

“Qual era o objetivo deste post? Ser engraçado? Irônico? Instrutivo? Não somou absolutamente nada. Como eu li hoje pela manhã em algum blog: se não tem nada a escrever, o melhor é não escrever. A não ser, claro, se o seu objetivo era o de atrair visitantes via Google. Mas isso incomoda os leitores habituais, sabia? Abraço."

Logicamente que isto despertou minha atenção na direção do que discutimos no editorial 254, que tem rendido outros artigos, como o do amigo Pedro Volkmann na edição 257, intitulado “Uma frase com dois cus”. O comentário acima foi retirado do site celsojunior. net. E se lerem este post, darão razão ao Marcelo. O tal site-blog, além da praga da infestação dos anúncios google, tem até uma "nuvem de tags", que nada mais é do que um espaço repleto de palavras chaves comuns às pesquisas dos internautas (e à curiosidade das pessoas de uma forma geral). Indexadas às ferramentas de mineração na web, as pessoas acabam sendo atraídas para lá, achando que vão encontrar o conteúdo procurado e acham (ou nem isso) apenas as palavras perdidas na nuvem.

O fato é que passei a imaginar o quanto acabamos nos desviando das nossas pesquisas, nos perdendo na navegação, simplesmente porque alguém utiliza de recursos para ter aumentada a visitação em seu site, mais chances de cliques em suas propagandas e assim por diante.

A discussão que se segue naqueles comentários é bastante curiosa. Entre outras respostas de Celso, o dono do site, encontramos: “Antes de qualquer coisa, eu estudei a fundo técnicas SEO (Search Engine Optimization), depois comecei a colocar em prática o que eu aprendi. O resto foi só uma conseqüência positiva… “ e “Esqueceram de avisar pra ele que eu não sou puritano.”

Pensem da seguinte forma: se eu estudar a fundo como assaltar bancos, roubar carros ou passar as pessoas para trás, isso me autoriza a colocar meus aprendizados em prática? As conseqüências positivas são as vantagens que eu levei ou as desvantagens que aos outros couberam? Eu não ser um puritano, me autoriza a agir de má fé para obter vantagens exclusivas a mim mesmo?

Aí um ponto da natureza humana (negativo, diga-se de passagem). Com muita freqüência a ética e a moral sucumbem na idéia de que nossa atitude é certa ou errada pelo que possa nos acontecer e não na ideologia em si. Já comentei há muito tempo aqui no Simplicíssimo a pergunta que um professor fez a seus alunos no sentido de que, se eles fossem a um banco e os cofres estivessem abertos e houvesse a garantia de que eles poderiam pegar o dinheiro sem que nada de mal lhes aconteceria. Pegar o dinheiro era a opção maciça da turma, apesar de ser um patrimônio que não lhes pertencesse, que fosse de outro, sobre o qual cairia o prejuízo da sua ação.

Ainda nos falta muito para aprender o sentido do coletivo, da vida em sociedade. Ainda somos muito movidos pelas nossas necessidades pessoais, dotadas de um certo egoísmo nato. Ainda não sabemos utilizar bem as ferramentas que nos são apresentadas, como bem ilustra o livro “O Presente do Fazedor de Machados – os dois gumes da história da cultura humana”, de James Burke e Robert Ornstein (clique nele para ler o primeiro capítulo no site da Livraria Cultura). Teria Albert Einsten revelado suas revolucionárias descobertas da física se previsse que as utilizaríamos para criar a monstruosa bomba atômica?

Mas se você ainda acha que os "pega-ratões", como os existentes no site do Celso, podem e devem ser usados com um simples e "inofensivo" propósito de atrair visitantes para o site e blá, blá, blá? Aqui na região metropolitana de Porto Alegre temos leitos de rios desviados por fazendeiros para irrigarem suas terras e plantações. O resultado: acabam modificando o ecossistema e levando a danosas conseqüências ambientais que pouco lhes importa, exceto por conseguirem o objetivo de manter sua produção agrária. Da mesma forma, esses sites têm serventia meramente individualistas e contrárias às regras de uma boa convivência social ou da preocupação com “o todo”. Poluem, deturpam e esgotam os sistemas de busca, como o próprio Google (que talvez lucre com isso), induzindo o internauta a uma cansativa e infernal jornada onde se perde por caminhos nada relacionados ao que procurava. Você gostaria, por exemplo, de ir conhecer um local anunciado na propaganda como repleto de brinquedos, jogos educativos, playgroud, etc. e ao chegar lá ver que se trata de uma clínica geriátrica e não de uma creche, que é o que você precisava?

E no site de outro Celso (ou em outro site do mesmo Celso, não sei) o autor faz um exercício para atrair visitação com uma postagem picante: “Daniella Cicarelli transando. Ou, como aumentar a visitação de seu blog.”. Vale a pena acompanhar os comentários, chega a ser até cômico quando começam a lhe pedir o vídeo da moça, visitantes que certamente não leram a mensagem, onde estava claramente manifestada a intenção do teste.

Há de se perguntar como fazer melhor para você, sem piorar para os outros. Cabe aqui destacar o Blog da Maysa, onde encontrei “24 Dicas de como aumentar as visitas em seu site ou blog” dotadas de bom senso e pouca (ou nenhuma) enganação. Enfim, está mais que na hora de nos darmos conta de que o site mais acessado pode não ser o de maior valia ou melhor conteúdo e pode não ser honra ou mérito algum determos este título.

Como diz Nico Nicolaiewsky, no poema “Poeta Analfabeto,” (lindamente musicado por Hique Gomes em “O Teatro do Disco Solar”):

“Nada pode ter a dimensão de uma desculpa
louca abnegada e prisioneira de um convento,
lento, mas fatal, assim como afinal no fim.”


Leia outros textos deste autor ou coluna:

Dondoca
Sexo animal
Cutucão
Mimosa
Cuelhinho
HomenAgem
Proscênio
Comentários
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Cláudio B. Carlos (CC)  - É isso aí!     |26-12-2007 13:01:49
avatar É isso aí!

Abraços do *CC*
Betina Mariante   |27-12-2007 02:27:06
Interessante o texto, e traz ma temática surpreendente...Bem que algumas vezes percebi, nos meus garimpos, que acabava em hipertextos nada a ver com a busca original...Veja só...
O texto está bom de ler, a linguagem fluente e convidativa, e o conteúdo curioso e original!

Avanti!!!
Betina
Eduardo H. Sabbi e Ibbas Filho   |27-12-2007 04:07:56
avatar Esse texto acabou ficando mais comprido que uma centopéia! Isso que deixamos muita coisa fora. Mais um daqueles que rende uma tese ...

Valeu!
marcos claudino  - Ah, se fosse só aí...     |27-12-2007 12:50:54
É, amigos, o país pede com urgência um desenvolvimento mais voltado ao "ser", mas o "ter" chega chegando, arrebentando e convencendo facilmente. Confiar? Difícil, mas com a boa peneira e a sombra na cabeça, o garimpo ainda pode trazer alguns diamantes em meio aos pedregulkhos sem valor aparente...

Abraços!!
Eduardo H. Sabbi e Ibbas Filho  - Saint-Exupéry   |27-12-2007 14:52:02
avatar Mas que grata surpresa Claudino! Aguardamos ansiosamente voltar a ler textos teus! Sobre o comentário, como já dizia o Pequeno Príncipe de Saint-Exupéry: "é preciso que eu suporte duas ou três lagartas se quiser conhecer as borboletas."

Um abraço.
Marcos Claudino   |28-12-2007 05:16:58
Pode deixar, amigos queridos. O próximo ano aproxima-se e as responsabilidades vão-se ajustando novamente. Breve, bem breve, receberão algum "scrap" do meu retorno... rsrsrs...

Um pt 2008, 2009, 2010, 3000 a todos!!!

Abração,

Marcos Claudino
Arthurius Maximus  - É Verdade!     |29-12-2007 05:51:02
Infelizmente, a realidade nua e crua é essa mesmo. A maioria quer apenas atrair aquele "paraquedista" que sai clicando em tudo para achar o que deseja e, evidentemente, não está na página em que caiu. A ética ainda passa longe quando o assunto é grana.
Só mesmo com o tempo e muita educação essa realidade pode mudar.
Por outro lado, já li no google que eles preparam-se para mudar e punir essa prática. Para eles, pesquisas com resultados equivocados também são um mal negócio.
Eduardo H. Sabbi e Ibbas Filho  - Pois então...   |29-12-2007 06:59:53
avatar Olá Arthurius Maximus, obrigado pela visita e leitura. Está na hora mesmo de desenvolvermos mecanismos reguladores dessas práticas.

Muito bom o artigo no teu blog sobre o privilégio nas condenações de juízes. É mesmo muito indignante. Recomendo a todos que dêem uma passada lá para conhecer e agir sobre essa insanidade. Afinal de contas, o que esperar da justiça se ela própria está repleta de injustiças?

Um abraço.
Rafael Slonik  - nem a ponta do iceberg     |29-12-2007 07:46:12
"mecanismos reguladores" são invariavelmente serviços de censura.

---

Eduardo, gostaria de dizer que você não viu nem uma nano fração da ponta do iceberg.

Procure saber o que são Splogs, dimensione o problema e então compare com o blog do Celso Junior.
Eduardo H. Sabbi e Ibbas Filho  - Muito Bom!   |29-12-2007 09:00:38
avatar Olá Rafael Slonik. Sem dúvida alguma o problema é gigantesco, mas mais assustador ainda é que passa pela já conhecida natureza humana.

Legal tua indicação, fui atrás e li o artigo Splog, você ainda vai visitar um, de João Loes no UOL. Escrito em janeiro/2007, o que mostra realmente que estou um pouco atrasado. Mas o bom e velho ditado "antes tarde do que nunca" me serve.

Sobre a regulação ser sempre censura, pode até ser, mas censura seria sempre ruim? Creio que não.

Obrigado pela visita e contribuição ao artigo. Um abraço. :roll
Celso Bessa  - Celso Bessa Post-Its     |29-12-2007 11:08:53
Olá, Eduardo.
Sou o Outro Celso. Na verdade, não tenho nenhuma relação com o Celso Júnior além do nome.
Obrigado por citar o meu blog, e principalmente, por ter deixado claro que o meu post era justamente uma forma de testar e provocar os blogueiros que caçam para-quedistas.
Confesso que meu blog é meio que um laboratório para muita coisa pessoal, acadêmica e profissional. Até mesmo testo técnicas de SEO e linkbaiting que depois uso num contexto profissional e com o mesmo código de ética e respeito ao usuário que tenho no meu blog pessoal, e que exijo que meus clientes compreendam.

Acho que todo pode ganhar dinheiro, mas um pouco de respeito, é bom.

'braços
Eduardo H. Sabbi e Ibbas Filho  - Linkbaiting   |29-12-2007 12:07:23
avatar Perfeito Celso Bessa, acho que é por aí mesmo: respeito e ética não faz mal a ninguém. Teu post e os comentários no teu blog também me fizeram entender que alguns internautas buscam, mas não prestam atenção ao que. Como aquela frase, que diz mais ou menos assim: "Quem não sabe o que procura, não percebe quando encontra". Lá, foi um claro exemplo onde acabaram (os visitantes) alimentando o sistema de forma errada.

Estou aprendendo bastante por aqui. Acabo de ler algo sobre linkbaiting, num interessante e bem escrito artigo de Gilberto Alves Jr..

Grato pela dica e pela elucidação de que és outro Celso.

Um abraço.
Norberto Kawakami  - Discussão muito boa     |29-12-2007 13:22:17
Em Sampa existia o jornal "Notícias Populares". Eles pelo menos conseguiam entreter com as suas notícias.
Esses blogs que escrevem apenas para o Google não conseguem entreter ninguém... São puro caça-níqueis. :cry

abraço
Débora Prestes  - "Pra quem não sabe onde quer chegar...   |29-12-2007 14:31:07
Muitos sites publicam textos e reportagens com palavras-chaves para atrair os para-quedistas da rede. Isso acaba trazendo visitantes inesperados aos sites. Se esses visitantes ainda encontram algo que lhes é interessante (como alguns que caem por aqui!!!) a queda não foi perdida. O problema é quando somos "arremessados" a sites com conteúdo pobre, medíocre. Perdemos tempo (e porque não dizer paciência também!)retornando ao ponto de partida.
Mecanismos de controle? Será isso mesmo possível num ambiente em que os limites são tão imprecisos?
Abraço!

PS.: ...qualquer porto serve."
Eduardo H. Sabbi e Ibbas Filho  - Bons comentários   |29-12-2007 22:39:27
avatar Easy money, Norberto, ainda é algo que mexe muito com as pessoas (e talvez seja eternamente assim) e não raramente vem acompanhado de desilusões.

Débora, que bom que as pessoas possam cair aqui por aqui por acaso e acabar voltando por ter achado o conteúdo do site interessante. Logicamente não podemos transformar a vítima (internauta visitante) em réu. Mas no site do Celso Blessa, por exemplo, muitos que caíram lá para ver a Cicarelli transando, deixaram um comentário solicitando que o autor lhes enviasse o vídeo. Se tivessem lido com atenção a matéria, teriam entendido que não havia tal conteúdo, que o propósito era outro e então evitariam postar comentários não-relacionados, gerando uma poluição com alguma semelhança à das falsas tags.

Eu sinceramente estou surpreso com os comentários que meu texto está gerando, não esperava tanto. Muita gente nova aparecendo aqui e deixando sua contribuição. Obrigado! :zzz
cilene  - Gostei do seu post   |29-12-2007 23:23:56
Gostei muito do seu post. Estava pensando escrever um post semelhante, mas como já tenho problemas com a blogosfera brasileira não fiz. O problema e o seguinte. Os "problogger" brasileiros, todos, ganham dinheiro, oferecendo assuntos que não verdade na oferecem. Para não correr risco de serem banidos pelo Google eles engana o leitor. Outro dia entrei num blog que oferecia uma celebridade em foto sexy. Dizia "click para ver as fotos". Quando a gente clicava ia para um link de propaganda do TeCotei. Um horror, quer ganhar dinheiro, mas enganando as pessoas. Um dia o Celso ofereceu download do Game Mario Bros. O link do download levava ao Google. Ou seja ele ganhou milhares de visitantes e não correu nenhum risco o Google. Um horror. Coisa da blogosfera brasileira.
Pedro Armando  - e o marketing? diria o que disto?   |29-12-2007 23:25:02
Duas visões:
1 - eu jamais tentaria vender uma ilha paradisiaca Caribenha numa favela...
Nem sacolé no Country Club....
2 - Pegar paraquedistas é propaganda enganosa, com certeza.
Pegar incautos pode incentivar leituras, mas também vai irritar muito mais paraquedistas do que captar novos leitores. Prejudica a imagem da marca.
De qualquer forma, vende-se leite com soda, fontes para computador de 150W como se fossem de 1.000, coloca-se ventiladores em cima de balanças...
Pessoas que fazem todo este tipo de coisas deveriam ler textos anarquistas e cumprir os compromissos teleológicos expressos naqueles textos...
Eduardo H. Sabbi e Ibbas Filho  - Segue o baile ...   |30-12-2007 09:46:03
avatar Olá Cilene. Meu amigo Rafael Reinehr já me advertiu do risco que corro em sofrer pesada crítica da "blogosfera". Mas levando-se em conta que minha intenção aqui não é agredir ninguém, mas apontar alguns fatos para trazer o assunto à reflexão e que o risco está presente em toda publicação, decidi por seguir em frente.

Como ainda estou engatinhando por aqui, fui atrás do termo que citaste, o "problogger" e acabei achando coisas bem legais. Um deles é o texto de Bruno Alves, em seu site BrPoint, chamado "Caçando Probloggers". Além de bem definir o termo, expressa sua opinião sobre a validade da classe e justifica a inerente necessidade de gerar lucro. Muito boa a sua frase: "quem dá credibilidade ao blog é o leitor, não o visitante". Vale a pena conferir.

De lá cheguei ao artigo Ética nos Blogs, de Jorge Alberto Araujo, que é juiz do trabalho, o que talvez seja um alento à perspectiva de que possamos um dia caminhar para o equacionamento do problema.

Me perdendo (ou me achando) no webespaço, acabei chegando ao site Contraditorium (do bastanta citado Cardoso) e lendo o texto "ProBlogger sim, mas sem beijar na boca", com um posicionamento bastante interessante, assim como a indicação de existirem blogueiros prostituídos e blogueiros idealistas, o que aliás, é aplicável a todas as profissões.

Sacolé é ótimo Pedro . Acho que tocaste num ponto bem importante. Muitos donos de sites parecem não diferenciar a visitação da imagem. Talvez um vislumbre inserido na vaidade humana, o modismo ou a imensa facilidade que a weblândia dá (do tipo "a ocasião faz o ...". :eek

Um abraço!
Betina Mariante   |31-12-2007 04:40:00
...E não é que gerou tese, mesmo...?
Parabéns pelo texto, novamente: além do conteúdo interessantíssimo e bem escrito, gerou uma série de ótimas reflexões e posicionamentos!!! Sensacional!!!

Felizes textos novos no novo ano, e parabéns pelo sucesso e abrangência da matéria.

Betina
celsojunior  - Assunto ultrapassado...     |03-01-2008 08:39:12
Já discutimos isso durante todo o ano de 2007. Qualquer um pode monetizar um blog/site da forma que melhor lhe entender.

E a resposta do meu amigo Rafael Slonik foi, além de super coerente, sensata, pois em 2008 teremos os Spam Blogs. Fique atento a isso. A praga será ainda pior.

Mas voltando ao assunto do seu texto... Eu mesmo, no artigo em questão, me aproveitei da ambigüidade para falar sobre um assunto polêmico. E ao contrário do que você disse, eu não deleto nenhum comentário do meu blog, a não ser que existam palavrões. Confira o comentário acima lá neste artigo e você terá a certeza disso.

Bom, não quero aumentar a discussão. Só queria deixar o meu parecer. Se quiser bater um papo sobre isso ou apenas jogar conversa fora, por favor, usa o meu email para me adicionar no MSN/Gtalk.

Abraço, meu querido! E feliz 2008 para todos nós. =D
Eduardo H. Sabbi e Ibbas Filho  - Ultra sim, passado não...   |03-01-2008 11:35:33
avatar Olá Celso Jr., sei que ando meio atrasado por aqui, mas além da desculpa de passar metade de 2007 fora do ar após ser atropelado por um ônibus, acredito que o assunto siga em pauta, uma vez que o problema também não tenha desaparecido (nem ele nem eu! rsrsrsrs). É como se deixássemos de lado a fome, a miséria, a violência, a politicagem e tantas outras coisas mais, por isto já ter sido discutido antes.

Não recordo de ter dito que você deletava comentários no teu blog. Se está na frase "O comentário acima foi retirado do site...", é apenas minha citação da fonte, de onde eu encontrei e não de onde foi apagado. Coisas que acontecem na nossa língua portuguesa ...

Mas nossa discordância está na sua primeira frase. Eu não acho que alguém possa monetizar o que quer que seja (incluindo blogs e sites) da forma que bem entender. A vida em sociedade impõe limites éticos e morais.


Mas concordo com você que a praga está aumentado. Já fiquei sabendo dos Spams Blogs e outros
tantos, muito útil que têm sido as contribuições a este artigo. Muito obrigado pela visita e comentário. Vou te adicionar no MSN para mantermos contato. :roll
celsojunior  - Continuando a discussão.     |03-01-2008 11:42:07
Eduardo,

A língua portuguesa é uma mãe. Desculpe-me pela má interpretação. =|

E sobre a nuvem de tags, cerca de 90% dos blogs atuais as têm em demasia.

É claro que elas ajudam na indexação junto aos mecanismos de busca, mas desta vez confesso que a vejo mais como estética para o meu layout, uma vez que inserí todos os códigos para anúncios pagos fora da sidebar.

Ah sim. Só pra constar, eu tenho uma barra lateral de anúncios na sidebar, porém ela só busca os termos que estão nos artigos.

Bom, esse assunto é longo... Vamos conversar via MSN que é melhor.

Abraço, meu querido! =D
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