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Editorial
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Escrito por
Ibbas Filho
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Tarde do dia 25 de junho de 2009 e lá se foi mais um fenômeno do mundo da música, daqueles que marcaram época (ou épocas) na vida de muitos de nós, vítima de uma parada cardíaca aos 50 anos de idade. Seja pelo seu talento, em tempos de inovação do mundo break, da música Thriller (que vendeu de 55 a 100 milhões de cópias e anos mais tarde fez sucesso na coreografia de detentos de um presídio das Filipinas) e de todo o pop nele flamejando, seja pelo seu comportamento polêmico...
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Extemporâneas
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Escrito por
Priscila Magalhaes
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Amizade não era uma coisa que Ludovico conhecesse bem, muito menos fosse íntimo.
Caboclo velho, nascido e criado nos cafundós da Bahia, desde cedo se habituara que a vida era dura e cruel, e não havia tempo a perder.
Sua mãe, que Deus a tenha, morreu de parto do último filho que, assim como ela também se embrenhou pelo mundo dos mortos.
- Melhor assim. - disse seu pai se referindo ao pequeno pedaço de carne estendido ao lado da mãe. – Ia dá trabalho mesmo...
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Prima Lettera
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Escrito por
Marcelo Sguassabia
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Eu, Hypólito Rufino Peixoto, no gozo de meus direitos e de minhas plenas faculdades mentais, com o intuito de coibir litígios e desavenças acerca do meu espólio, venho de livre e espontânea vontade, por meio deste instrumento, deixar disposta a partilha a meu gosto, conforme abaixo descrito. À Justina, companheira abnegada e fiel em minha longa enfermidade, deixo uma imensa gratidão, todo o meu afeto, o São Francisco de gesso que fica no corredor, o monóculo com a Nossa Senhora...
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A Fossa
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Escrito por
Rodrigo Dall'Alba
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No calçadão movimentado
De um meio-dia ensolarado
Com um sotaque engraçado
Faz o anúncio empolgado:
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Minicontos em série
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Escrito por
Wilson Gorj
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MICROCONTISTA
Com seus pequeninos contos, quisera tornar-se [...]
BLOQUEIO
Diante da página em branco, desesperava-se o escritor.[...]
LANÇADO
Ninguém foi ao lançamento do seu primeiro livro.
Tamanha frustração [...]
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Contos Missioneiros
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Escrito por
Mauro Rodrigues
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A UTI está cheia
- Drama nos hospitais gaúchos!
- O que houve Pepino?
- Soja, ainda és dos gaúchos?
- Pode-se dizer que sim, porque eles me espalharam pelo Brasil. Mas fala dos hospitais... O que tá acontecendo?
- Duas novas doenças apareceram lá no RS.
- Ah, é tipo gripe suína.
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Terezíssima
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Escrito por
Terezinha Pasqualotto
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Eu assisti ao show do Cauby Peixoto, em São Paulo. As segundas, ele dá o tom da festa no tradicional Bar Brahma para fãs do Brasil inteiro. A voz está mais linda, se isto é possível de ser afirmado por uma leiga. Pareceu-me mais límpida, mais firme e mais sonora do que sempre. O gestual e o figurino são os...
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Utopias
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Escrito por
Luiz Maia
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Enquanto escrevo, penso na vida que vai e imagino você chegando. Não sei se eu a amava, realmente não sei. Mas sei perfeitamente o bem que me fazia somente em trocar algumas palavras, pelo simples prazer de ouvi-la. Pena que eu nunca pude expressar isso de forma concreta, conforme eu queria.
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À Palo Seco
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Escrito por
Lilly Falcão
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Um notório político pernambucano, ao perguntar ao netinho o que este queria ser quando crescesse, ouviu do rebento, na lata, esta sutileza: - Oxente! Quero ser ladrão, rico e aposentado feito o senhor, vô! Ao que o avô, orgulhosíssimo, gargalhou despudoradamente. O neto, hoje, já assessora o pai...
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Gaijin
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Escrito por
Edweine Loureiro
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No ano de 1605, durante o Governo de Tokugawa Ieyasu (Período dos Shogunatos), vivem em uma vila próxima a Tóquio - na época, conhecida como Edo - o samurai Rokuemon Hasekura e sua esposa, Riku, de estonteante beleza.
Certo dia, em uma batalha com os soldados do daimyou (Lorde feudal) inimigo, Hasekura é empurrado de um penhasco. O guerreiro não morre, mas ficará tetraplégico para toda a vida.
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Manifesto Imaginário
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Escrito por
Audrey Carvalho Pinto
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“You'd think that people would have had enough of silly love songs. But I look around me and I see it isn't so.” Diz o Paul, talvez ele devesse ler um pouco de Bukowski, mas isso é só uma dica. Eu realmente admiro o trabalho do Paul, ele está entre os meus músicos preferidos, o cara é um Beatle porra! Não da pra dizer mais nada... Vivo ou morto ele é Foda (simplesmente um dos melhore, engula isso)! Uso esse trecho de sua musica apenas como fator ilustrativo para o desenvolvimento desse texto. Acredito
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O Curinga
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Escrito por
Afonso José Santana
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Anoitece o dia
A lua abre seu sorriso
O sol no poente adormece
Anoitece.
Para alguns
Viver a noite é preciso.
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