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Parafernália de passagem
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Escrito por
Eduardo H. Sabbi e Ibbas Filho
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quarta, 25 de junho de 2008
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Foi lá na Vênus, a casa noturna fornecedora de proibidos prazeres, que João Antônio foi apresentado à Marina, uma linda moça que lhe passou uma impressão familiar. Conversa vai, conversa vem, deu-se conta que realmente já a conhecia. Era a noiva de um grande amigo, o Rodrigo. Cessaram-se todos os estímulos, cessou-se a noitada. A amizade estava acima de tudo e a primeira coisa que fez ao acordar no outro dia foi alertar o compadre. Fez questão de ir pessoalmente à casa dele.
Não entendendo bem a urgência da conversa e a embromação de João Antônio para chegar direto ao ponto, Rodrigo foi irritando-se, exigindo mais objetividade do amigo. Mal sabia que o mundo desmoronaria na revelação da profissão da sua amada. Afinal de contas, nunca imaginaria que Marina não se tratava de uma mera psicóloga, mas sim uma puta psicóloga...
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