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segunda, 01 de dezembro de 2008

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Parafernália de passagem
Escrito por Eduardo H. Sabbi e Ibbas Filho   
terça, 19 de agosto de 2008
Gostando ou não do esporte, a olimpíada de 2008 traz consigo enomes revelações. De olhos quase fechados, a emergente nação chinesa confirma a ascensão de um império. Se há 20 anos, em Seul, terminaram a competição em 11º lugar, com 28 medalhas, sendo 5 de outro, hoje lideram e assim seguirão até o apagar do fogo em Pequim. Seria algo ocasional, motivado por serem eles os anfitriões nesse ano? Duvido muito. E os números não me deixam sozinho, com o mostra o quadro abaixo:

Ano Local Classificação Medalhas de ouro Total de medalhas
1998 Seul 11º 5 28
...        
1996 Atlanta 16 50
2000 Sydney 28 59
2004 Atenas 32 63
2008 Pequim 51 100
Fonte: Clicrbs

Mas os jogos são apenas uma parte da história. Nos 1,99, nos consagrados eletrodomésticos de fabricação nacional, nos canteiros de construção da Fase C da Usina Termelétrica Presidente Médici, em Candiota – RS, “Made in China” é uma constante, para não dizer um domínio. Não importa muito se é Pequim ou Beijing. O mundo girou e as mudanças estão aí, até estourar uma bomba atômica. A propósito, a China também já tem uma (ou muitas).

O Brasil? Não, o Brasil não. Não tem solução em políticas sociais, em saúde básica, em educação, em segurança, em corrupção e blá, blá blá. Nos esportes, os jogos olímpicos mostram que até treinador de equipe importamos, como o espanhol Juan Oliver, para o handebol feminino. Somos não em aproveitamento dos nossos recursos naturais. Até comida importamos, ao invés de plantar. Pronto sempre é melhor, nos ensinam as políticas de governo com as tais bolsas-famílias.

E ontem o golpe foi duro. Perdemos de goleada para nossos arqui-rivais argentinos bem onde nos vangloriamos de sermos os melhores do mundo: o futebol masculino. Edweine já me confessou que foi motivo de gozação até no Japão. Pode? Pode. Dunga, que nunca foi treinador (apesar de uma história gloriosa enquanto atleta), foi o escolhido para o comando. Talvez por interesses políticos, talvez para agradar o povo, talvez por burrice, ou nenhum, ou outros, ou todos. Mas enfim, num país onde o dirigente também foi eleito e mantém-se no cargo sabe-se-lá-como, nada mais nos surpreende.


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Comentários
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Cibelly Correia   |21-08-2008 13:04:26
acho que deveriamos importar jogo de cintura, porque o Brasil anda perdendo o rebolado...

e em relação ao jogo de ontem... a vontade de deu foi de me esconder debaixo do coberto.. ainda bem q todos ao meu redor sentia a mesma sensação que eu...
que vergonha...
Lilly Falcão  - Que meras quimeras...   |21-08-2008 14:26:23
avatar ...ou quem sabe com essa vergonhosa atuação no futebol externo esse governo se veja obrigado a mostrar jogo no campo interno? Yes! Ainda temos bananas e Carnaval! :upset
Edweine Loureiro  - Ai, Brasil dos meus pecados...   |21-08-2008 23:29:58
avatar Pois e, ate os japas estao curtindo com a camisa canarinho (ou diria canastrao). E, Brasil: sem plano esportivo, politico, de saude, educacao,... enfim... Ah, e Lillly, minha simpli-madrinha, nao se iluda: ate o carnaval ja nos deu uma banana! :cry Ai, que linda e a Evita... (acho que vou cantar um tango...)
Eduardo H. Sabbi e Ibbas Filho   |24-08-2008 10:11:50
avatar Cibelly, gente ao redor, vontade de ir pra baixo do cobertor e jogo de cintura é muito bom nessas horas - rsrsrsrs

Lilly, obrigado o governo já está, mas, como sempre, por um dedo a gente não vê nada de novo acontecendo nesse país...

Edweine, essa simpatia vem desde que incluímos eles em nosso Hino da Independência: "Japonês da Pátria filhos..."

Grande abraço!
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