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Poesia a Toda Prosa
Escrito por Frank Santos   
sexta, 05 de setembro de 2008
Ao se andar sorrindo
De pés descalços,
Pisando na terra,
E diminuindo o passo
Esconde em si mesmo
Uma dor, um aperto.

Nota ao seu redor
Uma grande sala vazia
Que fora tão cheia um dia

Quando quase desesperado
Consegue achar alguém
Pede então um abraço
Tenta juntar pedaços
Faz um esforço redobrado
Até tudo fazer sentido


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Último show de indiferença
Comentários
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Léa Sperb   |11-09-2008 11:39:51
avatar Por isso devemos viver ao lado da felicidade e não correr atrás dela, cultivar os "nossos" como se fossem plantinhas que devem ser regadas e cuidadas, assim a sala nunca ficará vazia!
Beijux colega!!!
Lilly Falcão  - Ah...   |13-09-2008 11:29:05
avatar ...mas tudo é tão relativo! Quantas vezes a sala continua cheia e ainda assim nos sentimos sozinhos! Grila não! Bjks
Lilly Falcão  - Pê Ésse...   |13-09-2008 11:32:28
avatar ...e faço ECO com os ditos da Léa, minha "xará com É"!
Eduardo H. Sabbi e Ibbas Filho   |18-09-2008 07:26:35
avatar Oi Frank, belo poema. Mas ficamos na dúvida. A sala esvazioou porque o personagem perdeu alguém ou porque está sofrendo de amnésia? Curiosidade...

Grande abraço!
Frank Santos   |23-09-2008 23:16:46
avatar A sala esvaziou... muita gente que passeava por ali quase todos os dias não aparece mais tão facilmente. O que torna as coisas tão inacreditáveis, sem sentido. Afinal, como é que aquelas pessoas não estão mais ali, ao alcance dos olhos, mas que sempre estarão do coração.
Marcelo da Veiga  - belo poema!   |20-11-2008 02:15:25
triste, mas belo. agora tem que juntar os pedaços que ficaram... um abração
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