Quinta, Junho 30, 2016
   
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Edição 240 (06/08/07) - GPS, bússola, astrolábio e uma tomada 200V

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Lembrei-me deste texto de abertura de minha coluna “Liberdade Vigiada”, que de tão parada está quase entrando para “colunas desativadas” quando parei para este editorial, pois bem, é ainda mais ou menos este o espírito das coisas, com a pequena diferença de que agora tenho certa responsabilidade em agradar ou satisfazer necessidades de nossos amigos a bordo e hoje.

Coluna: “Liberdade vigiada”.
O Ethos, a introdução, e coisas sobre as minhas angústias.

Ainda estou em busca do Ethos deste espaço que inadvertidamente cederam-me, no entanto, já fui capaz de algumas reflexões (Eu o gênio):
Quando me sento ao teclado, e penso, e escrevo, organizo um pouco esta bagunça que temos por dentro, pelo menos para que as idéias (dei esse nome) possam fazer fila para sair. Também percebi que quando coloco-me a escrever, não coloco-me a mim, e sim a outro personagem, que entre em cena e toma conta das ações. Não, não, digo aos entusiastas do espiritismo (ou o que quer que seja), de que não se trata de psicografia (ou o que quer que seja), respeito a todos, mas não se trata disso. O tal já existe em mim e só toma sua posição, já tem seu caráter o qual irá se mostrar (assim espero.)
O fato é que a busca deste Ethos nos levará (a nós? Não sei) a um interessante campear por terrenos inóspitos da(minha) impressão humana da terra, visão metropolitana, tão bem cantada na primeira metade do século passado.
Escolhi este nome para a coluna, pois nunca estamos sozinhos (lugar comum? Pode ser, mas como funciona!) vide Pinóquio, Jonas, Virgilio, Dante, ou Camões!
Sobre agradar, se me perguntassem, diria que não é minha primeira função por aqui, acho que minha ‘missão’ se inicia antes deste ponto, mas se fosse possível não me incomodaria com isso. E por aí vai...

GPS, bússola, astrolábio e uma tomada 200V.

Lembrei-me deste texto de abertura de minha coluna “Liberdade Vigiada”, que de tão parada está quase entrando para “colunas desativadas” quando parei para este editorial, pois bem, é ainda mais ou menos este o espírito das coisas, com a pequena diferença de que agora tenho certa responsabilidade em agradar ou satisfazer necessidades de nossos amigos a bordo e hoje sabemos menos o que queremos, e um pouco mais sobre aquilo que não queremos!
Tenho estado um tanto saudoso ultimamente, é verdade, mas que é que pode dizer que o passado nunca está presente? Talvez isso possa ser um bom sinal, não sei avaliar bem.
Sobre o trabalho de editor quero e me sinto no dever de dizer que não é nada fácil sair da inércia. Tenho feito contatos com alguns autores conhecidos meus e outros amigos para que nos ajudem com aquilo que lhes vier na telha. Aliás, reforço a convocação feita no último número, Simpliautores, Simpliamigos, e Simplipassageiros enfim: este barco depende da cada remo que vai pra água, portanto enviem propostas, idéias e loucuras para este timoneiro sem GPS, bússola ou astrolábio.
Só quero adiantar uma das idéias já fermentadas que irão em breve pra forja: Nomear um ombudsman para nosso saite. Quem quiser carregar um crachá com este palavrão é só me avisar.
Se energia é o que nos pedem, energia é o que vamos dar a eles!

M.

 



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Comentários (4)
  • claudino
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    Já fui ombudsman uma vez. Foi interessante, mas com o defeito mortal que esta função não pode ter:
    elogiava demais e criticava de menos. Ao que parece a enquete do periódico quinzenal venceu, e, caso
    necessite, posso colocar-me à disposição nesta função. Fique à vontade para contatar-me Xará.



    Abração,



    Marcos Claudino
  • RafaelReinehr  - http://reinehr.org
    avatar
    É isso aí: sem GPS, bússola ou astrolábio, mas com um sentido de humanidade incrível e uma
    sensibilidade para a literatura acima da média.



    Quanto ao Ombudsman, sempre foi uma idéia que gostei, e tivemos que abandonar por falta de alguém
    que tomasse e mantivesse o posto fazendo isso: criticar as falhas e apontar soluções para os soluços
    do site.



    Eu ainda não sei se o editor manterá as edições semanais ou catorzenais. Veremos o que o presente
    que já vem chegando com nome de futuro nos espera.
  • MarcosPedroso  - Opa
    avatar
    Xará, você sabe bem o que pode ou não pode fazer por nós, e nós também sabemos, só que menos...



    Bem mais que isso, se me permite, você está abaixo da terra, lá na raiz do
    simplicicicicicííííssimo...



    Rafa, idéias à toda!



    Um braço.



    M.
  • rafaelvox  - rafaelrodrigues.org
    avatar
    Marcos, sucesso na nova fase aqui no Simplex, rapaz! Abraço!
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