Quarta, Maio 23, 2012
   
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Edição 257 (18/12/07) - Exercício de Imaginação

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Quem aí gosta de fazer um “exercício de imaginação”? Venha comigo, pois ao final, tenho uma pergunta a lhe fazer.

Vamos imaginar a seguinte situação: imagine um jovem de classe alta de São Paulo, bem-sucedido financeira e profissionalmente que, numa destas espirais da vida acaba se envolvendo com drogas. Como decorrência do uso crescente da droga, acaba por se endividar seriamente com o traficante que lhe fornece a substância ilícita. A seguir, o traficante passa a lhe cobrar, de forma cada vez mais incisiva, o pagamento da dívida, ao mesmo tempo em que o jovem viciado é obrigado a conseguir a droga em outras fontes para manter seu vício. Em um momento de desespero, fugindo dos comparsas do traficante cobrador – ou em um delírio provocado pelas drogas – acaba comportando-se de forma violenta, agride uma pessoa na rua, rouba um carro e acaba acidentando-se, sendo preso. No caminho para a delegacia, por apresentar-se extremamente agitado, é chamado um médico psiquiatra para sedá-lo e torná-lo mais “dócil”. Como conseqüência de imperícia do médico que lhe sedou ou como efeito das drogas que ainda corriam em seu sangue – ou mais provavelmente devido à soma de ambas variáveis – acaba por falecer durante a madrugada, na cela em que permanecia aguardando seu habeas corpus.

Agora, vos pergunto:

Qual o nome da forma de narrativa acima?



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Comentários (19)
  • Betina Mariante
    avatar
    Caro editor!



    Muito interesante a proposta à forma narrativa, mas o texto poderia dar mais elementos para isto, se
    estamos falando em narrativa do ponto de vista literário. Crônica....? Se o tema é outro, como
    parece que é, fiquei com uma sensação de um texto que sugere elementos para um questionamento
    importante, mas ainda faltam pontos ao texto para que o leitor seja cnvidado a pensar. Por exemplo,
    quando mencionada a "imperícia" do psiquiatra, isto poderia ser deixado para o leitor julgar
    a partir do texto, valorizando sua percepção, ao contrário de entregar pronto um julgamento do
    narrador. Achei o texto bom, bem articulado e bem escrito, atual e trazendo aspectos relevantes de
    nossa contemporaneidade. Uma sugestão seria trazer o narador para uma situação de narrador
    onisciente ou narrador-personagem, talvez isso tornasse o texto ainda mais rico do ponto de vista
    literário. Como o Simplicíssimo me parece ser um site de escrita, espero que minhas sugstões não
    sejam levadas como críticas, mas como mote para alguma reflexão, já que teu texto propicia isto.



    Como psiquiatra, te confesso: achei desconfortável o ataque ao profissional no texto, não me ssou
    bem na leitura...



    Abraço,

    Betina
  • Virginia
    avatar
    Tambem achei muito interessante,tudo, desde a proposta, ao primeiro comentario e nao posso, como
    sempre, deixar de concordar com Betina, mas para mim, sem querer entrar em qualquer polemica ou
    fatos didaticos, literarios,ortograficos e outros generos,a forma narrativa acima chama-se vida
    real, realidade objetiva,nua e crua. Drama cruel,sem enfeites ou toques de romance, apenas o
    desenlace fatal de um pesadelo de alguem,que,certamente, nao conseguiu dar-se conta da propria

    existencia.



    Virginia





    P.S. Perdoem-me a falta de acentuaçao, mas meu teclado esta mal configurado...
  • Eduardo Hostyn Sabbi  - Nem idéia
    avatar
    Não tenho a mínima idéia do nome da forma da narrativa, nem do quanto saber isso me ajudaria. Fico
    curioso com o resultado, sempre é bom aprender alguma coisa.



    Quanto ao seu conteúdo e por conhecer a notícia de outras fontes, concordo com a Virgínia sobre a
    difícil questão da existência e com a Betina, sobre o cuidado que devemos ter com os julgamentos. Em
    situações como esta, em psiquiatria, a função do médico nada tem a ver com "tornar alguém mais
    dócil" e duvido que o colega tenha assim pensado. Não que ele não tenha cometido algum erro. É
    possível que sim e que não.



    Podemos achar muitos culpados no fato: o próprio jovem lutador de jiu-jitsu, os motoboys que se
    organizaram e se defenderam agredindo-o na cabeça (talvez um trauma fatal), os traficantes, as
    drogas e o sistema vinculado a elas, o meio social, o capitalismo, o psiquiatra, a indústria
    farmacêutica, a polícia que o manteve na delegacia (provavelmente seria mais adequado um hospital),
    o advogado ou juiz que demorou para liberar o habeas corpus, a burocracia, algum fato que ainda é a
    nós desconhecido e assim por diante.



    Mas será que isso cabe a nós ou devemos deixar que os órgãos competentes averiguem o ocorrido? Na
    primeira opção, possivelmente estaremos também incorrendo em processo culposo. Mas julgamentos aqui
    e em situações assim (como no acidente aéreo ou mesmo na derrota do nosso time) são sempre
    manifestações superficiais e pouco se aplicam a um processo de real solução do problema.



    Sem dúvida, o texto (e/ou a matéria em si) suscita e merece nossa profunda reflexão. Muito mais além
    dos sujeitos...



    Mas qual o nome da forma de narrativa mesmo? :roll
  • Luiz Eduardo
    avatar
    Guri, acho que estabeleces relações de causa e efeito sem elementos suficientes (a não ser que
    tenhas detalhes do ocorrido que não nos passaste; se for esse o caso, ignore tudo o que eu
    escrever). Tanto na interpretação da causa da morte, quanto na interpretação dos determinantes do
    comportamento do galante mancebo jiujístico, tenho imensas dúvidas. com relação à história do
    psiquiatra, ficou parecido com a novela da oito passada e com a das sete retrasada, que mostravam
    psiquiatras pau-pra-toda-obra-sinistra

    mais parecidos com o mordomo da mansão do conde drácula do que com psiquiatras reais.

    abraços,



    ps. terás que nos contar o nome da forma de narrativa acima, pois o mistério paira no ar. :?
  • Rafael Reinehr  - Literatura x Realidade
    avatar
    Gostei dos comentários até aqui, mas vou guardar minha réplica para o fim-de-semana, já que novos
    bons comentários poderão vir a confirmar ou refutar a minha tese. Que tese? Bem, se explicar agora,
    perde a graça. Amigos, obrigado pelas reflexões. No Domingo, explico meu objetivo com este texto.
  • Betina Mariante
    avatar
    ....Pois é....Melhor ir pensando no prêmio Açorianos de Narrativa Longa.....hehehehehehehehe :x :x
    :x

    Saudações!



    Betina
  • Mauro Rodrigues
    avatar
    Caro Rafael, foi uma abordagem acusatória, o teu texto. Pelo que percebi (e pelos comentários que
    li) todos vão ter algum ponto a atacar no teu texto.



    Qualquer tomada de posição que interponha-se no terreno de outro será rechaçada. Por isso, creio que
    todos terão algum ponto para te contradizer baseados em suas próprias percepções e certezas.



    Eu não tenho maiores detalhes sobre o ocorrido, mas sempre lembro do meu pai que dizia: "Às
    vezes, deu dá asas para quem não sabe voar".
  • Mauro Rodrigues
    avatar
    Bom o correto é: "Às vezes, Deus dá asas para quem não sabe voar.

    E imaginação é sempre bem-vinda, não é mesmo?
  • Rafael Reinehr  - Finalmente, a solução do pequenino misté
    avatar
    Crônica? Conto? Relato jornalístico? Nota sensacionalista? Calúnia?



    O trecho acima nos traz elementos que podem levar ao leitor bem informado - aquele que também
    assiste noticiários e lê jornais - a pensar que se trata de um relato acerca de um fato ocorrido
    recentemente, envolvendo um lutador de jiu-jitsu. Entretanto, percebam: em algum momento do texto
    referiu-se que o jovem era lutador de jiu-jitsu ou mesmo que era lutador? Diz o texto que ele é
    "um jovem de classe alta de São Paulo, bem-sucedido financeira e profissionalmente". Ponto.



    Ademais, sigamos nosso exercício da seguinte forma: imagine-se chegando de suas férias de Saturno e,
    antes de ver qualquer noticiário ou ler qualquer jornal, você decide entrar no Simplicíssimo - que
    você adora - e lê o texto acima. Sem qualquer informação sobre o ocorrido.



    Quando faço isso - e preciso fazer força, já que o fato real é muito próximo do descrito, e não
    tenho como apagá-lo de minha memória (não estamos no filme Brilho Eterno de uma Mente sem Lembrança)
    - consigo perceber o texto acima como uma espécie de "argumento" incipiente. Um argumento,
    para o cinema, é o desenvolvimento de uma storyline, uma linha que resume o filme todo. Neste caso,
    não passa de um rudimento de argumento, mas já passa uma idéia embrionária de como poderia vir a ser
    um filme. Entretanto, novamente me distanciando da história real, consigo ler o texto como um
    acontecimento real. Não acho nenhum tipo de incongruência ou impossibilidade na história. O possível
    materializado.



    Em suma: apesar da narrativa ser baseada em um fato real recente, ela NÃO busca ser um relato
    jornalístico (isento), tampouco uma calúnia, menos ainda uma nota sensacionalista. Encontra-se em um
    site literário. Faltam elementos para um bom conto e até mesmo para uma crônica bem feita. Prefiro
    ver o trecho acima como um "rudimento de um argumento". Um argumento in moto. Nada mais do que isso. Para ser riscado e melhor elaborado. Para um exercício, um exercício.
  • Betina Mariante
    avatar
    Obrigada, Rafael, por ilustrar-nos e enriquecer a coluna com nova informação. Toda idéia incipiente
    é rica de potenciais, e sempre tem seu mérito. O leitor atualizado que lê jornais e participa das
    notícias atuais, provavelmente associa teu relato ao fato ocorrido, mas qualquer semelhança terá
    sido mera coincidência, conforme referiste. Eu, como cheguei de Vênus na manhã da publicação do
    editorial, e o vôo atrasou, acabei perdendo as notícias atuais, e fiquei só com teu relato. Me
    pareceu muito interessante a idéia, mas caindo de pára-quedas na página achei muito afrontosa tua
    abordagem à imperícia do psiquiatra e à forma como te referiste a tornar o homem "mais
    dócil". Num formato de argumento incipiente, como mencionaste, sugiro que da próxima vez a
    literatra venha a regozijar os leitores, ao invés de tecer consideraões tão peculiares...O propósito
    do exercício é muito bom, é rico, e bem escrito, mas te sugiro que numa próxima ocasião possas
    elaborar um exercício que prestigie toda sorte de leitores que visitam teu site.



    Gracias pela atenção e siga na direção da idéia nova: ela é sempre rica em potencial!



    Feliz Natal!

    Abraço,

    Betina
  • Rafael Reinehr  - De drogas lícitas e ilícitas
    avatar
    Betina, obrigado pela apreciação e também pela recomendação em não entrar em "considerações tão
    peculiares". Mas foram justamente estas considerações que acenderam a chama de indignação dentro
    de você e te levantaram a arguir. Não é também este um dos objetivos da literatura? Elevar emoções?
    Não difamei ninguém, não citei nomes tampouco intentei firmar conclusões. Quem fez isso foi o leitor
    e, no caso, a leitora. Talvez não saibas, mas também sou médico, e tenho uma visão particular acerca
    da conduta do referido colega. Mas, como bem nosso amigo Eduardo comentou, não irei julgar o
    ocorrido, ainda mais levando em conta as poucas informações que a mim chegaram pela mídia nos breves
    momentos em que prestei atenção às manchetes (e agora, falo do caso real e não do meu argumento). Me
    eximo de elevar julgamento ao colega especialista. Deixe a uma "junta médica" ou à justiça
    que o faça. Novamente, peço o esforço de separar narrativa de realidade. Um abraço e obrigado, um
    maravilhoso Natal para ti e para os teus!
  • Eduardo Hostyn Sabbi
    avatar
    Pois então Rafael ... a amizade que nos aproxima me distancia agora das palavras certas, mas é por
    ela mesma que sinto a necessidade de expressar algumas e torço para que eu não seja mal entendido.
    Veja bem, tanto o teu texto como o comentário apresentam vários problemas.



    Começamos pelo último (o comentário): é mais do que elementar a supressão do “jiu-jitsu” ao teu
    personagem. As estão muito claras na ocorrência dos fatos e no ambiente que o cerca (drogas,
    agressão, roubo, acidente, prisão, psiquiatra imperito, aguardo do hábeas corpus, morte na). Logo,
    não se pode dizer que seja um apontamento do nível social e financeiro do sujeito “e ponto”.
    Lembrei-me daquela piada em que dois bêbados vêem um montinho no chão, chegam perto e parece merda,
    cheiram e sentem que é merda, provam e tem gosto de merda e então decidem passar do lado para não
    pisar em cima. Vai que é merda mesmo ...



    Aliás, ainda para descontrair: o dia que se puder chegar de férias de Saturno, certamente não será
    preciso ver ou ler o noticiário, já teremos algum implante fabuloso conectado à mídia. Talvez
    somente alienígenas alienados não terão qualquer informação.



    A idéia foi escrever o rascunho de um futuro filme seu (leigamente falando)... ok, pode ser então um
    argumento, um embrião, um girino ou sei lá o que mais. E usando uma história real como base, te
    distanciando ou não dela, já nos dizes que não será para um cinema do gênero fantasia, o que
    agradará a alguns e desagradará a outros. A escolha é do autor, o julgamento, do público. Porém, só
    será interessante aos outros quando virar filme, assim como este exercício, que pouco tem para
    “nosso”.



    E afinal, a narrativa está baseada no fato real recente (como dizes no fim do comentário) ou não
    (como acenas no início)? Se tu não te decide, como poderá o leitor fazê-lo? Tudo bem, pode não ser
    sua a obrigação da isenção e estar apenas num simplicíssimo site literário, mas és o editor, estás
    no editorial, onde espera-se sim, ao menos um bom conto, uma crônica bem feita ou algo melhor
    riscado e elaborado, levando ao exercício coletivo da reflexão.



    Terminamos pelo primeiro (o texto): “Crônica? Conto? Relato jornalístico? Nota sensacionalista?
    Calúnia?” Sem dúvida, o “nome da forma narrativa” segue para mim desconhecido e de pouca valia. Mas
    enfim, tudo isso pode ser a saudade de ler textos teus como a Fábula Fabulosa que costumavas escrever por aqui e agora ops ... para onde foram?



    Um abraço! 8)
  • Virginia
    avatar
    Rafael, àparte o "exercicio de imaginação" que todos fizemos, há sempre a velha história de
    que "a vida imita a arte" ou vice-versa ou uma realidade que parece-nos tão distante, tão
    surreal surpreende-nos repentinamente, como já disse uma vez, feito um sonho ou pesadelo, como
    acordar?! O teu jeito de abordar o assunto levou-nos mais a pensar no caso da vida real recentemente
    divulgado pela midia, então, o exercicio nos escapou, dada a associação com o ocorrido ter sido
    feita de imediato e o ser humano está preso a pensamentos pré-concebidos ou a uma rede invisivel de
    associações de idéias, armaddilhas de nossa mente condicionada. De qualquer modo, valeu... eu,
    vigilante de mim mesma, cai no fosso do qual tento escapar... o condicionamento.

    Feliz Natal a você a sua familia e amigos e a equipe do Simplicíssimo

    Um abraço

    Virginia
  • Rafael Reinehr  - Preocupações fundamentadas
    avatar
    Obrigado pela compreensão Virgínia.



    Eduardo, talvez por tanto me conheceres, vou tentar responder da melhor forma possível e, ainda, de
    forma concisa: os textos, aqueles, como Fábula Fabulosa estão soterrados por escolhas feitas
    diariamente que me deixam com a literatura no horizonte, mas não sob meus pés ou ao alcance das
    mãos. Isso inclui a mudança para uma nova cidade, a adaptação que isso exige, o esforço em dar o
    melhor de mim no meu consultório em um ambiente desconhecido - novos cardápios, atenção redobrada
    aos pacientes, congressos, estudo de casos difíceis. Além disso, a criação, desenvolvimento e
    lançamento do O Pensador Selvagem - todos neste mesmo período - contribuíram para a "seca
    literária" deste seu amigo. O puxão de orelha é justo e vem em boa hora. Hoje mesmo minha esposa
    clamava: "Quando vais começar a usar aquele caderno que te dei"? A Carol me deu um caderno
    com capa dura, lindo, para que eu comece a escrever meu próximo livro. Sincronicidade necessária.
    Acontece que estou sempre mudando e sempre planejando mudanças. É aqui, na caixa de comentários o
    lugar para falar essas coisas? Humm... Creio que não. Melhor então deixar para os próximos
    Editoriais mostrarem a "tentativa do retorno da "velha" literatura de Rafael
    Reinehr", se é que esta merece ser revivida...



    Saiba que recebi com apreço sua crítica-sugestão já que ela mostra, amigo Eduardo, uma preocupação
    genuína comigo. Vamos que vamos, cada vez melhor!
  • PedroArmando  - besteiras profícuas
    avatar
    Conhecendo a inteligência e perspicácia do meu amigo Rafael acredito que o editorial desta semana
    gerou o esperado.

    Parabéns pelo texto, mas não parabenizo pelo argumento e sim pela idéia velada que está na crõnica.

    Grande abraço



    PedroArmando
  • Luiz Eduardo
    avatar
    Repetindo Beethoven, sobre a sua Quinta Sinfonia: "não é para três tímpanos, mas fará maior e
    melhor barulho do que se fosse feita para seis".



    Da "Fábula Fabulosa", chamou-me a atenção um trecho que talvez revele a chave (de braço) do
    enigma:



    "Como estavam com pressa para encontrar Joãozinho do Pé de Feijão e o Príncipe Encantado, não
    puderam comprar nada nem dar atenção à pobre menina, que enfurecida jogou-se no pescoço de Branca de
    Neve, dando uma chave de braço daquelas de legítimo lutador de jiu-jitsu, tendo que ser tirada dali
    pelo Saci Pererê, que surgiu do nada para acudir a alva garota".



    Saci, naquela época, ainda não era CAMPEÃO DO MUNDO FIFA, mas já tinha a maior presença.



    Um Feliz Natal a todos, especialmente aos torcedores do Internacional (menos ao Dunga, que na hora
    de proteger a Snow White Label, pipocou).



    Luiz Eduardo, o

    cavaleiro jedi mais cotado para assumir o posto de Yoda na Fundação de Amparo ao Jedi, ONG sem
    (poucos)fins lucrativos, fundada por Amado Batista

    e chancelada pela Lei de Incentivo ao Jedi e programa social Bolsa Jedi.



    Bolsa Jedi - adote esta idéia. Ganhe um Sabre de Luz promocional e, de quebra, ajude milhares de
    padwans espalhados pelo Brasil.
  • Ibbas Filho  - Que a força esteja conosco!
    avatar
    Esse comentário do Luiz Eduardo foi fantástico. Devia ganhar algum prêmio award ou coisa parecida.



    Virgínia, eu naum considero que tenhamos deixado algo escapar da leitura, nem que erramos ao pensar
    no jiu-jitsu, pois o autor assim nos induziu, claramente. Mas que os comentários renderam, ah
    renderam!



    Um abraço a todos! 8)
  • Jackson Franco  - Re Exercício de imaginação
    avatar
    Sob meu ponto de vista-de escritor iniciante-considero o seu texto como uma ficção jornalística na
    terceira pessoa.

    Agora, o bom mesmo é o questionamento que você fez,e os comentários.

    Saudações
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